Palestrantes, convidados e representantes do Sistema Unimed destacam o impacto social do Seminário. Clique nos vídeos abaixo para ver os depoimentos:

Wagner Caetano, secretário Nacional de Estudos e Pesquisas Político-Institucionais da Presidência da República; Almir Adir Gentil, presidente da Fundação Unimed e diretor de Marketing e Desenvolvimento da Unimed Brasil; Aucélio Gusmão, presidente da Unimed João Pessoa, Federação Paraíba e Instituto Unigente.

João Modesto, diretor Financeiro da Unimed João Pessoa; Jauro Soares, presidente da Unimed Blumenau; Geraldo Almeida, secretário Estadual de Saúde; Romildo Montenegro, presidente da Unicred JP.

Dom Aldo Pagotto, arcebispo da Paraíba; Ana Clara Nóbrega, presidente do TRT-PB; Nilo Luís Ramalho, presidente do TRE-PB; Genésio Pereira Filho, vice-presidente do TJ-PB.

Fábio Rocha, diretor do Hospital Unimed JP; André Pacceli, secretário de Responsabilidade Social e Desenvolvimento Humano da Unimed JP; Francisco Santiago Pereira, presidente da Associação Paraibana dos Hospitais; Marco Aurélio Barros, presidente da Academia Paraibana de Medicina.
Criador dos Doutores da Alegria defende a “besteirologia”
Wellington Nogueira fala sobre os projetos da ONG, pioneira no Brasil em levar riso e bom-humor para crianças hospitalizadas

Wellington Nogueira, fundador da ONG Doutores da Alegria
Nada de palcos ou picadeiros – é nos hospitais que os Doutores da Alegria fazem seu espetáculo. A organização não-govertamental, criada há 20 anos, é formada por atores voluntários que se fantasiam de palhaços para divertir as crianças internadas em hospitais brasileiros.
A meta do grupo é usar o bom-humor para humanizar o atendimento hospitalar. E foi sobre essa experiência que Wellington Nogueira, criador da ONG, falou no segundo dia de palestras do 5º Seminário Nacional de Responsabilidade Socal.
Wellington explica que a “besteirologia” nada mais é do que amenizar o sofrimento dos pequenos pacientes apelando para o riso e a alegria – algo que, segundo ele, deveria ser levado a sério por todos os hospitais. “Nós temos endocrinologistas, gastroenterologistas, anestesiologistas... e por que não besteirologistas?”, argumenta.
O palestrante também explicou que a gestão sustentável pode contribuir para a promoção da saúde. E fez uma advertência: a responsabilidade social não deve ficar restrita a um único setor corporativo. “Ela deve ser uma filosofia da empresa, abraçada por todos, do porteiro ao presidente."
A ONG Doutores da Alegria atua em 19 hospitais, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte. Em 2005, o trabalho do grupo serviu de inspiração para o Instituto UniGente, da Unimed João Pessoa, que criou um projeto semelhante. O UniAmigos da Alegria conta hoje com dezenas de voluntários, como a Doutora Chiquinha, o Doutor Sara-tudo e Doutora Desorienteide. No encerramento da palestra, o trio de palhaços aproveitou para fazer uma divertida homenagem ao criador dos Doutores da Alegria.
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Unimeds campeãs em projetos sociais trocam experiências
Os representantes das Unimeds Rio, Blumenau, Florianópolis e Limeira falaram sobre as estratégias de sucesso na área social

Palestrantes analisam os avanços do Sistema UnimedOs números impressionam. No ano passado, o Sistema Unimed investiu 746 milhões de reais em projetos sociais e ambientais. Cada unidade do país contribuiu às sua maneira, promovendo estratégias de responsabilidade social e, dessa maneira, tranformando as vidas de crianças, jovens e adultos em todo o país.
Algumas Unimeds se sobressaíram nesse trabalho, como as de Florianópolis, Blumenau, Limeira e Rio de Janeiro. Por isso, elas foram convidadas a compartilhar suas estratégias em implantação de projetos sociais, durante o 5º Seminário Nacional de Responsabilidade Social.
O debate foi mediado por Almir Gentil, presidente da Fundação Unimed e diretor de marketing e desenvolvimento da Unimed Brasil. Entre os convidados, estavam Octávio Neto, presidente da Unimed Florianópolis; Waldemar de D`Ambrósio, presidente da Unimed Limeira; Jauro Soares, presidente da Unimed Blumenau; e Ana Vargas, gerente executiva de relações públicas e responsabilidade social da Unimed Rio.
Waldemar lembrou que a responsabilidade social corporativa não deve ser tratada como um objetivo restrito à cúpula da empresa. “As diretorias mudam, mas a preocupação social continua. Por isso, esse tema também foi incluído no nosso estatuto”, disse.
Na Unimed Florianópolis, a estratégia foi semelhante. Segundo Octávio, os projetos sociais deram tão certo que os próprios funcionários começaram a adotar medidas de responsabilidade social que envoviam, por exemplo, a preocupação ecológica. “Hoje não usamos nem sequer copos descartáveis. Cada um tem seu próprio copo e sua xícara”, contou. Uma simples medida, que tem impacto profundo no meio ambiente.
Jauro ressaltou que a qualidade e a responsabilidade social devem estar integradas nas empresas. “São duas importantes ferramentas de gestão”, afirmou. E Ana Vargas concluiu sua apresentação com um conselho: “A reponsabibilidade social deve fazer parte do DNA corporativo”. |
Os desafios para construir um mundo melhor são tema de debate
Entidades sociais e jornalistas analisam caminhos para transformar a sociedade

Aucélio Gusmâo, presidente da Unimed João Pessoa, coordenou o painel sobre investimento social privado
“Não podemos confundir solidariedade com caridade”, adertiu Ana Rosa Soares, oficial de avaliação e monitoramento do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) no Brasil. A especialista foi a primeira a falar no painel “Dimensão Social e Investimento Social Privado”, no segundo dia de palestras do 5º Seminário Nacional de Responsabilidade Social. As discussões foram mediadas por Aucélio Gusmão, presidente da Unimed João Pessoa, da Federação Unimed Paraíba e do Instituto UniGente.
Em seguida, falaram Ilda Peliz, presidente da Abrace (Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias); Artur Custódio de Souza, coordenador nacional do MORHAN (Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase); e Núbia Gonçalves, supervisora de responsabilidade social do Instituto UniGente, da Unimed João Pessoa.
JORNALISMO EM PAUTA
No painel seguinte, “Imprensa e Responsabilidade Social”, representantes das empresas de comunicação da Paraíba e da Folha de S. Paulo discutiram o papel da mídia no desenvolvimento sustentável da sociedade.
Participaram da mesa-redonda Luiz Carlos de Sousa, diretor de Jornalismo dos Associados Paraíba; Ana Viana, editora regional das TVs Cabo Branco e Paraíba; Lena Guimarães, diretora de jornalismo do Sistema Correio; e o jornalista e crítico de cinema Sérgio Rizzo, da Folha de S. Paulo.
Luiz Carlos lembrou que nem sempre os interesses econômicos das empresas de comunicação são compatíveis com a responsabilidade social. Mas enfatizou que as pessoas e empresas precisam fazer a sua parte. “Para isso, é fundamental investir em educação”. Esse, segundo ele, é o maior recurso para promover uma verdadeira mobilização social.
Sérgio, por sua vez, falou sobre a dificuldade da mídia em divulgar ações de responsabilidade social, justificada pela grande demanda de notícias que chegam diariamente às redações. Ele apresentou ainda cenas de filmes, como Central do Brasil, para discutir o analfabetismo e ilustrar a necessidade de mais investimentos em educação.
Ana explicou que o papel dos jornalistas é ajudar as pessoas compreenderem o mundo, promover o desenvolvimento das culturas e das sociedades. Segundo ela, a mídia precisa considerar esses aspectos, servindo ainda de ponte entre o poder público e a sociedade. Já Lena observou que responsabilidade social é um diferencial competitivo das empresas. Para aquelas que desejam trilhar esse caminho, a fórmula segundo ela, é “unir valores como honestidade, solidariedade e companheirismo”.

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