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Campina Grande foi sede, na última semana, da 29ª Jornada Paraibana de Ginecologia e Obstetrícia, que teve à frente os professores Geraldez Tomaz, presidente da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia da Paraíba (Sogopa) e da Jornada, e Fátima Targino, representante da Sogopa na cidade serrana e coordenadora do evento. Vários convidados de renome internacional estiveram presentes, caso dos professores Adolfo Wenjaw, Marcelo Zugaib, Jacob Arkader, Rossana Pulcinelli e Luiz Cavalcante de Albuquerque Neto, os quais realçaram o brilhantismo científico da Jornada ao lado de convidados de estados vizinhos, de João Pessoa e de Campina Grande.
Na solenidade de abertura, homenagens foram prestadas a ginecologistas e obstetras pelos relevantes serviços prestados à medicina paraibana: drs. Mazureik Miguel de Morais, Everaldo Alves Lopes Ferreira, Joaquim Monteiro da Franca Filho, Joaquim Amorim Neto (in memoriam), Patrício Leal (in memoriam) e Maria Francisca de Sousa (Dra. Francis). A destacar, a homenagem feita ao professor Mazureik Morais, natural da cidade serrana, formado na primeira turma de Medicina da Universidade Federal da Paraíba, em 1957, e, mais tarde, professor de Ginecologia e Obstetrícia do Curso Médico da UFPB.
Além de uma legenda na medicina paraibana, o professor Mazureik, casado com a professora Giacomina Morais, pai de quatro filhos - Álvaro, Roberto (médico ginecologista), Catharina e Virginia -, e avô de sete netos, sempre se destacou por uma intensa atividade social e política. Junto a isso, com seu caráter leal, franco, irrequieto, honesto, direto, incisivo, destemido e sempre atento, afirmou na solenidade que aquela homenagem foi a que mais lhe sensibilizou em toda a vida. Complementou afirmando que, acima de tudo, tinha orgulho de ter nascido na conhecida “Rainha da Borborema”, cidade que, pelo seu dinamismo, transformou-se num dos maiores polos tecnológicos da América Latina.
Brasil ocupa o 48º lugar entre os melhores países para se viver (1)
Um estudo realizado pela revista “Newsweek” situa o Brasil no posto 48º do ranking mundial de países onde se vive melhor, com uma pontuação de 64.2 em relação aos 89 pontos obtidos pela Finlândia, primeiro país da classificação, entre os 100 pesquisados. Em nosso país, o ambiente político é o aspecto melhor valorizado ocupando o 43º lugar e uma pontuação de 67.41.
Brasil ocupa o 48º lugar entre os melhores países para se viver (2)
Segue-se o dinamismo econômico, que ocupa a 46ª posição, as condições de saúde no 52º lugar, a qualidade de vida na 68ª posição e a educação no lamentável 78º lugar. Na classificação geral, depois do primeiro lugar da Finlândia, seguem-se Suíça, Suécia, Austrália e Luxemburgo. Do sexto ao nono lugar, encontram-se Noruega, Canadá, Holanda, Japão e Dinamarca. Os Estados Unidos ocupam a 11ª posição, seguidos pela Alemanha.
Brasil ocupa o 48º lugar entre os melhores países para se viver (3)
As três pontuações mais baixas foram para Camarões, Nigéria e um desconhecido país africano, Burkina Faso, antigo Alto Volta. O país latino-americano melhor classificado está na posição 30ª e é o Chile com 74.12 pontos; o Uruguai está na 44ª e a Argentina ocupa a 46ª posição com 64.48 pontos.
Oito sintomas indicativos de câncer
Cientistas ingleses identificaram oito sintomas mais comuns que podem indicar a presença de câncer: sangue na urina, anemia, sangramento anal, sangramento ao tossir, nódulo no seio, dificuldade para deglutir, sangramento pós-menopausa e nódulo na próstata. Segundo a pesquisa, pessoas com estes sintomas apresentam uma probabilidade maior do que uma em 20 de ter algum tipo de câncer. Quanto mais cedo for identificado o problema, maior a chance de sucesso no tratamento. Nas pessoas com menos de 55 anos de idade, nódulos de mama e próstata são considerados mais graves. Os demais são mais perigosos em pessoas com mais de 55 anos.
HISTÓRIA DA MEDICINA
1) Mathias Grunewald, pintor do Alto Renascimento alemão, pintou um quadro em que Cristo aparece com o tronco apresentando múltiplas escoriações.
2) Mostra um tórax alargado em barril, como se fosse de um enfisematoso, músculos peitorais e intercostais retesados e lábios cianosados.
3) Tudo isso levando a crer que Cristo estava em insuficiência respiratória.
João Modesto Filho
Diretor Financeiro da Unimed João Pessoa