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Blog da Saúde

Confira a programação do Grupo Mãe e Bebê para as próximas semanas

Publicada em 22/11/2017 às 07h00
Confira a programação do Grupo Mãe e Bebê para as próximas semanas

As clientes da Unimed João Pessoa já sabem: para cuidar ainda melhor dos bebês, elas contam com uma ajuda especial – o Grupo de Educação em Saúde Mãe e Bebê, uma das iniciativas de promoção da saúde da Cooperativa.

Para as próximas semanas, a equipe já tem programadas várias atividades. Além de estarem abertas as inscrições para o Curso para Gestantes (turmas manhã e noite), também é possível se inscrever para oficinas de papinhas e de cuidados com o bebê e para um curso de amamentação.

VIVER MELHOR

Todas as atividades são realizadas no Espaço Viver Melhor, no Bairro dos Estados, que dispõe de toda a estrutura necessária para realização das atividades. As inscrições são gratuitas e as vagas, exclusivas para clientes.

INSCRIÇÕES

Clique nos links abaixo para ver as datas e para se inscrever em cada uma das atividades:

Esclareça suas dúvidas sobre surdez em entrevista nesta terça-feira

Publicada em 20/11/2017 às 17h00
Esclareça suas dúvidas sobre surdez em entrevista nesta terça-feira

Pelo menos 9,7 milhões de pessoas têm algum tempo de deficiência auditiva no Brasil, segundo o Estatuto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Destas, 344,2 mil são surdas.

A surdez será o tema da entrevista desta terça-feira (21) do quadro Consultório CBN, levado ao ar no Programa CBN João Pessoa através de uma parceria com a Unimed JP. O entrevistado será o otorrinolaringologista Islan Nascimento.

A entrevista começará às 9 horas. Os ouvintes poderão encaminhar perguntas para o médico responder ao vivo.

PROMOÇÃO DA SAÚDE

A parceria com a CBN faz parte das iniciativas da Unimed João Pessoa de promover saúde e qualidade de vida para toda a população.

A rádio pode ser sintonizada na frequência 101,7 FM. Também tem a opção de ouvir pela internet (acesse aqui).

Caso perca a entrevista, ela poderá ser ouvida na seção Podcast Saúde, no Portal Unimed João Pessoa.

Vai malhar? Saiba o que beber antes, durante e depois do exercício físico

Publicada em 20/11/2017 às 07h00
Vai malhar? Saiba o que beber antes, durante e depois do exercício físico

Vai fazer um exercício físico? Tome água! Hidratar-se antes, durante e depois de praticar o treino é fundamental para alcançar os objetivos almejados. Nem sempre associamos a energia baixa à desidratação. Mas, isso é o que acontece quando você vai malhar sem beber água. E mais: bebidas industrializadas, com açúcar ou de difícil digestão, podem fazer o cansaço bater ainda no início do treino.

A nutricionista Giulia Grisi explica que durante o exercício físico há perdas significativas de água e sais minerais, principalmente através da sudorese. “Garantir a hidratação antes, durante e depois é fundamental para que não haja prejuízos no rendimento físico. Além disso, evita problemas, como cãibras, diminuição da resposta muscular, elevação da frequência cardíaca, desregulação térmica e desidratação”, esclarece a nutricionista, que integra a equipe multiprofissional do Espaço Viver Melhor, local onde são realizadas ações de promoção de saúde da Unimed João Pessoa.

O educador físico Claudney Forte diz que quem busca qualidade de vida tem que ter a água como líquido essencial. Ele orienta, ainda, para o uso de outros tipos de bebidas no período de atividade física. “Se você quer tomar outro líquido antes de malhar, durante ou depois desse treino, o ideal é que procure um nutricionista. O profissional vai explicar os prós e os contras e ver se você pode tomar o produto. Termogênicos, por exemplo, podem afetar a saúde do coração, e os detox podem levar à desidratação e problemas renais, por serem diuréticos”, alerta o professor Claudney, que coordenada do projeto Jampa Saúde da Unimed João Pessoa.

HIDRATAÇÃO CORPORAL

Confira algumas orientações importantes para hidratar o corpo.

  • Tome de 400 a 600 ml de água duas horas antes do exercício
  • Em exercícios com até uma hora de duração, a reposição de líquidos pode ser feita apenas com água.
  • Quando a prática esportiva ultrapassa uma hora, o uso de isotônicos (industrializados ou naturais como, por exemplo, a água de coco) pode ser necessário para a reposição de sais minerais perdidos e o fornecimento de energia para a musculatura 
  • Após o treino, a reposição de líquido deve ser feita continuamente e de forma fracionada

Além da água, outras bebidas como sucos, chás e água de coco são recomendadas para hidratar-se
ALÉM DA ÁGUA, 
O QUE BEBER?

Além da água, outras bebidas podem ser ingeridas para manter o corpo hidratado na realização de atividade física. Veja quais:

  • Sucos enriquecidos com vegetais
  • Chás
  • Água de coco 


O QUE NÃO TOMAR?

  • Isotônicos industrializados para indivíduos em condições especiais (gestantes, lactantes e pessoas com alergias diversas, hipertensão, diabetes e doenças renais), por possuirem excesso de sais minerais, corantes e açúcares
  • Além do excesso de açúcar e aditivos químicos, refrigerantes e bebidas gaseificadas podem provocar desconfortos gastrointestinais durante o exercício.
  • Por terem grande quantidade de glicose e cafeína, bebidas energéticas não são eficazes na hidratação corporal, podendo provocar mecanismos que aumentam a eliminação de água através do suor e urina.

Saiba como passar pela menopausa com mais saúde e qualidade de vida

Publicada em 17/11/2017 às 07h00
Saiba como passar pela menopausa com mais saúde e qualidade de vida

Apesar do nome causar desconforto para algumas mulheres, a menopausa é em um processo biológico e natural. Ela acontece quando os ovários deixam de produzir o estrogênio e a progesterona, resultando na suspensão da menstruação.

Antes da chegada da menopausa – no período de transição – algumas mulheres poderão observar alterações no ciclo, como intervalos menores entre eles ou até meses sem menstruação.

O fim do ciclo menstrual se dará por volta dos 50 anos, podendo variar um pouco para menos ou para mais.

SINTOMAS

Os sintomas mais comuns da menopausa são:

• Ondas de calor

• Suor noturno

• Alterações no sono 

• Secura vaginal

• Dor durante a relação sexual

• Diminuição da libido

• Ganho de peso

• Alterações de humor

• Sintomas depressivos

REPOSIÇÃO HORMONAL

Algumas mulheres optam pela terapia de reposição hormonal, que consiste na utilização dos hormônios que não são mais produzidos pelos ovários. Apesar de o tratamento ajudar a reduzir as ondas de calor e aumentar a lubrificação vaginal, o uso dos hormônios aumenta o risco para o câncer de mama, assim como acidente vascular cerebral, trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Por isso, é importante avaliar com o médico os prós e contras e a via de administração do medicamento.

Para aquelas que optam pelo tratamento, a atual recomendação é que a terapia de reposição hormonal não seja feita por mais de cinco anos. Mulheres com antecedente de câncer de mama, doença coronariana, acidente vascular cerebral ou sangramento genital sem causa definida não são recomendadas a fazer o tratamento.

VIVER MELHOR

Mulheres que têm uma alimentação balanceada, praticam atividade física, têm vida social ativa, não fumam e não fazem uso de bebidas alcoólicas em grandes quantidades, tendem a passar por essa fase com mais qualidade de vida. Veja algumas dicas que poderão auxiliar nesse processo:

1. Tente identificar o que ocasiona as ondas de calor

Algumas mulheres percebem que determinados alimentos ou situações, como cafeína, álcool, alimentos picantes e estresse aumentam esses sintomas. Evitá-los pode trazer ganhos para o dia a dia.

2. Alimente-se bem

A alimentação é importante ao longo de toda a vida. Mas na menopausa aumentam as chances de a mulher desenvolver algumas doenças, como a osteoporose, por isso alimentos ricos em cálcio e vitamina D são importantes nesse período. Inclua também, verduras, legumes, frutas e leguminosas.

3. Durma o suficiente

As alterações hormonais da menopausa podem interferir na qualidade do sono, por isso evite alimentos que possam potencializar a insônia como a cafeína e o álcool.

4. Relaxamento

Praticar meditação, massagens relaxantes e outras técnicas de relaxamento ajudam a acalmar o corpo e a mente auxiliando na qualidade de vida.

5. Controle o peso

Coma mais frutas, vegetais e legumes e evite alimentos com gordura saturada e açúcar. O excesso de peso pode prejudicar o coração e facilitar o aparecimento de doenças cardiovasculares.

6. Não fume

O cigarro não só prejudica a mulher na menopausa, aumentando as ondas de calor, como também é responsável por inúmeras doenças como câncer de pulmão e acidente vascular cerebral (AVC).

7. Faça exercícios regularmente

Além de proteger o organismo de doenças, a pratica de atividade física ajuda a manter a mente em equilíbrio, aumenta a autoestima e promove a socialização.

Com informações da Unimed do Brasil

Som alto e prolongado do fone de ouvido podem trazer danos à audição

Publicada em 16/11/2017 às 07h00
Som alto e prolongado do fone de ouvido podem trazer danos à audição

Não é difícil encontrar pessoas usando fones de ouvido nas mais diferentes situações do dia a dia. Seja no lazer, estudo ou trabalho, é bom saber que o uso incorreto deste acessório pode prejudicar a audição.

Esses aparelhos têm a capacidade de transmitir níveis altos de vibrações sonoras, fazendo com que os usuários corram grande risco de exposição a níveis excessivos de decibéis (dB). Por isso, todo cuidado é pouco, alertam os especialistas.

De acordo com a otorrinolaringologista Camilla Cruz, médica cooperada da Unimed João Pessoa, o volume tem de ser menor do que 80 decibéis, caso contrário podem surgir danos irreversíveis.

A otorrinolaringologista explica que quanto maior o tempo de uso do fone de ouvido, maior o risco do usuário ter prejuízos na capacidade de ouvir. O som muito alto também pode causar perda gradativa ou mesmo súbita da audição. Apesar de rara, a perda repentina existe e não deve ser descartada.

SINAIS DE ALERTA

Com o tempo, o uso contínuo dos fones de ouvido com músicas ou podcasts podem prejudicarUns dos sinais de alerta de que algo está prejudicando a saúde do ouvido são zumbidos, dor ou redução na captação do som. Nestes casos, um profissional deve ser logo consultado.

O tempo aceitável para o uso do fones de ouvido varia de pessoa para pessoa. “Se alguém tem predisposição genética, o risco de ter prejuízo na audição é maior”, lembra Camilla e acrescenta que “anualmente a população deve fazer uma visita ao otorrino e realizar o exame de audiometria”.

De acordo com o Ministério da Saúde, não há tratamento medicamentoso nos casos de perda de audição. Em graus graves, a prótese auditiva é o mais recomendado. A partir dos 55 anos de idade, entre 20% e 25% da população brasileira pode apresentar um grau significativo de perda auditiva. Entre 75 e 84 anos, esse número pode aumentar para mais de 40%.

COMPANHIA PARA O DIA

Para a bacharel em direito e atendente digital Érika de Lisieux Alves de Santana, 28 anos, o fone de ouvido já se tornou uma espécie de “companheiro” em várias ocasiões. O acessório é usado no trabalho, durante os estudos e até na hora de se exercitar.

Apesar de evitar usar o volume muito alto, em ambientes com muito ruído, ela confessa que comete alguns deslizes. "Não respeito o alerta do celular com relação ao volume, pois em locais barulhentos o som não é satisfatório”, afirmou.

CUIDADO DIÁRIO

Alternar entre os fones externos e o fone intra-auricular, usado dentro do ouvido, é uma opçãoPara adequar-se ao ambiente em que está, Érika alterna entre os fones externos e o intra-auricular, aqueles pequenos usados dentro do ouvido.

“Uso os grandões em atividades como os estudos e academia. Porém, nem todo lugar é viável esse tipo de fone como, por exemplo, na rua”, disse a atendente.

Érika de Lisieux contou, ainda, que usa o fone de ouvido durante uma média de 5 horas. “Mas já cheguei a usar 8 horas fracionadas por dia, nas videoaulas, para estudar”, confessou. Mas esta prática não é uma rotina na vida da estudante.

Para evitar problemas no futuro, é bom ficar atento ao som muito alto. A dica é usar os fones de ouvido ou outros aparelhos com moderação e com o volume dentro do recomendável.