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Blog da Saúde

Descubra como aproveitar ainda mais os dias de verão; siga as orientações

Publicada em 12/12/2018 às 16h
Descubra como aproveitar ainda mais os dias de verão; siga as orientações

Evitar exposição solar direta nas horas de muito calor e passar protetor solar antes de sair de casa, repassando a cada duas horas, principalmente se for à praia. Essas foram as principais orientações dadas pelo dermatologista, Otávio Sérgio Lopes, médico cooperado da Unimed João Pessoa, no Papo Saúde. O programa abordou o tema Saúde no Verão e foi transmitido pelo Facebook da Cooperativa.

“Apenas 10 minutos de exposição ao sol, entre 9h e 15h, já é suficiente para provocar uma irritação na pele de uma pessoa”, disse o médico, alertando para a radiação solar e suas consequências. Além dessas orientações, o médico deu várias dicas importantes para que as pessoas possam aproveitar a estação mais quente do ano com saúde e qualidade de vida.

O especialista falou sobre os cuidados com as crianças durante o verão, fez recomendações importantes sobre medidas para se proteger do sol (uso de boné, guarda-sol, camisas). Ele aproveitou o espaço para orientar sobre como proteger os cabelos da radiação, a importância da hidratação nas altas temperaturas, o cuidado com a alimentação, entre outras informações.

Perdeu o programa e quer saber as dicas do dermatologista para aproveitar o verão? Assista aqui.

INFORMAÇÕES SOBRE SAÚDE

Levar mais saúde e qualidade de vida às pessoas por meio de informações.Esse é o objetivo do Papo Saúde. O programa é produzido pelo Departamento de Comunicação e Marketing da Unimed João Pessoa e realizado uma vez no mês.

 

Rir ajuda na prevenção de doenças do coração; entenda como isso funciona

Publicada em 12/12/2018 às 07h
Rir ajuda na prevenção de doenças do coração; entenda como isso funciona

Você já deve ter escutado a expressão “rir é o melhor remédio”. E saiba que, ao que indicam estudos internacionais, esse ditado popular pode estar cheio de verdades. A risada ou a gargalhada é capaz de alterar o humor até mesmo de quem estiver ao seu lado.

Quando estamos diante de situações desagradáveis que geram estresse, sofrimento, raiva, desespero, medo, mal humor ou qualquer outro sentimento ruim, há um desequilíbrio na energia vital. Isso ocorre porque corpo e mente estão interligados e os estados emocionais negativos geram energia negativa, ocasionando um desequilíbrio psicossomático.

Para ajudar na reversão desses sentimentos, uma das saídas é o riso, que provoca sensações de prazer e bem-estar ao cérebro e organismo. Estudos revelam que o riso diminui os níveis dos hormônios do estresse, reduz a inflamação nas artérias e aumenta o "bom" colesterol.

BENEFÍCIOS

Veja o que mais o riso pode fazer por você:

  • Ajuda a relaxar o corpo e a mente
  • Contribui para o fortalecimento das defesas orgânicas
  • Melhora a circulação e a pressão arterial
  • Ajuda a diminuir a frequência cardíaca
  • Reduz o risco de ataque cardíaco e derrame
  • Ativa a liberação de substâncias que combatem o estresse
  • Libera neurotransmissores do bem-estar - dopamina, endorfina e serotonina

 

Com informações da Unimed do Brasil

Siga as dicas e veja como absorver melhor o ferro dos alimentos

Publicada em 03/12/2018 às 07h
Siga as dicas e veja como absorver melhor o ferro dos alimentos

O ferro tem função essencial no organismo, principalmente na produção de hemoglobina, substância responsável pelo transporte de oxigênio no sangue. Por isso, a ingestão diária desse mineral é tão importante.

A quantidade de ferro necessária para cada indivíduo varia de acordo com o gênero, idade e saúde geral. Mulheres são mais propensas a apresentar deficiência desse mineral por causa da perda de sangue na menstruação.

Nesse contexto, a dose diária recomendada para mulheres entre 19 e 50 anos é de 18 miligramas de ferro, de acordo com a Ingestão Dietética Recomendada, do Food and Nutrition Board, enquanto os homens da mesma idade precisam de 8 miligramas.

A deficiência de ferro pode resultar num quadro de anemia, que leva a condições de fadiga e falta de ar e pode afetar o sistema imunológico. Em grávidas, a anemia por deficiência de ferro também tem sido associada a nascimentos prematuros e bebês com baixo peso ao nascer. Assegurar os níveis desse mineral no organismo começa a partir de uma dieta saudável, que leve alimentos ricos em ferro.

FONTE

Os alimentos ricos em ferro incluem carne vermelha, peixes, aves, leguminosas (feijões, lentilhas) vegetais verde-escuros (espinafre, brócolis), cereais integrais (aveia, quinoa) e tofu.

Porém, a quantidade desse nutriente absorvida pelo organismo varia de alimento para alimento. O ferro da carne é absorvido mais facilmente, enquanto aquele de origem vegetal é menos aproveitado pelo organismo. Por isso, uma dieta vegetariana exige uma maior ingestão desses alimentos. Outro recurso é combinar o consumo com outros nutrientes que potencializam a absorção de ferro.

COMBINAÇÃO PODEROSA

Você sabia que a ingestão de vitamina C aumenta a absorção de ferro dos alimentos? Diversos estudos mostram que combinar o consumo de alimentos ricos em ferro com aqueles com grande concentração de vitamina C promove uma maior biodisponibilidade no organismo, ou seja, gera melhor absorção dos nutrientes disponíveis nesses alimentos.

As mais populares fontes de vitamina C são as frutas cítricas, como laranja, limão e abacaxi, mas ela também está presente em outras frutas como morango, goiaba, mamão, acerola, melancia e tomate, e em vegetais como brócolis, couve-flor, pimentão, espinafre e repolho.

Algumas combinações tradicionais da culinária brasileira, muito presentes no nosso dia a dia, podem favorecer a absorção de ferro devido à combinação com vitamina C. Um exemplo é uma refeição com feijão e couve, por exemplo. Outras dicas são adicionar uma fruta fresca à salada, como o abacaxi, e optar por uma laranja na sobremesa.

Com informações da Unimed do Brasil

Como congelar legumes e verduras corretamente;confira algumas dicas

Publicada em 27/11/2018 às 07h
Como congelar legumes e verduras corretamente;confira algumas dicas

Seja para facilitar o preparo das refeições da semana ou para evitar o desperdício de itens perecíveis, congelar alimentos é um recurso muito utilizado em casa. Mas alguns produtos precisam de cuidados especiais para serem preservados com segurança. É o caso dos legumes e verduras.

Praticamente todas as hortaliças podem ser congeladas. Alguns exemplos são brócolis, cenoura, beterraba, pimentão, berinjela, abóbora, ervilha, vagem e couve-flor. Exceções são vegetais folhosos consumidos crus, como alface, rúcula e agrião, que não toleram congelamento.

O ideal é utilizar verduras e legumes congelados em preparações cozidas ou assadas. Saiba como congelar esses alimentos corretamente, para garantir durabilidade e preservar sabor e valor nutritivo.

SEPARE E PREPARE

Separe os legumes e verduras que deseja congelar,
priorizando aqueles mais frescos e em boa qualidade.

Lave bem os itens selecionados e descasque, corte ou retire talos
e partes estragadas, de acordo com as características de cada alimento.

FAÇA O BRANQUEAMENTO

O chamado branqueamento ou escaldamento impede a ação das enzimas
que atuam sobre as verduras e os legumes, prolongando a vida útil do alimento.

Mergulhe os alimentos em uma panela com água fervente por cerca de dois minutos (pode ser necessário mais tempo para alimentos mais rígidos). Depois, retire e leve-os imediatamente para uma tigela com água fria ou passe em água corrente. Seque em seguida, para evitar que acumulem água durante o congelamento.

ARMAZENE

Os itens devem ser embalados em recipientes de vidro ou plástico com tampa, ou então em sacos plásticos próprios para levar ao congelador, hermeticamente fechados. No caso de usar sacos de congelamento, lembre-se de retirar todo o ar possível da embalagem ao fechar. Em geral, legumes e verduras podem ser mantidos congelados por até seis meses.

DESCONGELE

Muitas hortaliças dispensam o descongelamento prévio, e podem ir diretamente para a panela no momento de cozimento. Se você pretender utilizá-las em um prato frio, passe-as para a geladeira um dia antes do uso.

DICAS

  • Separe os alimentos em pequenas porções para consumi-las integralmente e não precisar recongelar
  • Use uma etiqueta informando a data em que o produto foi congelado, e procure consumir antes aqueles com data mais antiga
  • Não deixe o congelador tão cheio, pois o ar gelado precisa circular entre os produtos armazenados
  • Mantenha o congelador bem regulado, limpo e em boas condições de funcionamento

Com informações da Unimed do Brasil

 

Saiba o que é andropausa, o que fazer e quais os sinais mais comuns

Publicada em 23/11/2018 às 07h
Saiba o que é andropausa, o que fazer e quais os sinais mais comuns

Não são apenas as mulheres que sofrem queda na produção de hormônios sexuais a partir dos 45 anos. Entre os homens, a redução do principal hormônio masculino — a testosterona — também ocorre com o passar da idade. Esse processo natural é chamado de Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM), e popularmente conhecido como andropausa.

Diferente da menopausa, quando os ovários da mulher deixam de produzir estrogênio e progesterona, levando ao fim do ciclo reprodutivo, os homens não param de produzir testosterona. O que ocorre é um déficit gradativo, de forma mais lenta.

A TESTOTERONA

A testosterona é o principal andrógeno (hormônio masculino), fundamental para o desenvolvimento de características físicas, sexuais e comportamentais dos homens, desde os órgãos sexuais até o tom de voz, barba e desenvolvimento muscular.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, o declínio na produção desse hormônio começa a ocorrer a partir dos 40 anos e a incidência aumenta com a idade.

SINTOMAS DA DAEM

A queda na produção de testosterona pode repercutir nas esferas sexual, física e emocional do homem. São os principais sintomas:

  • Diminuição da libido (desejo sexual)
  • Disfunção erétil
  • Diminuição do volume ejaculatório
  • Diminuição da massa óssea e muscular
  • Aumento da gordura visceral (acúmulo excessivo de gordura na região intra-abdominal)
  • Diminuição dos pelos corporais
  • Irritabilidade
  • Fadiga
  • Diminuição da capacidade cognitiva


Embora não seja possível evitar a redução natural de testosterona associada ao envelhecimento, manter um estilo de vida saudável pode favorecer os níveis do hormônio e melhorar a qualidade de vida. Em contrapartida, condições como obesidade, alcoolismo e estresse podem acelerar esse declínio.

A necessidade ou não de tratamento a partir da terapia de reposição hormonal só pode ser determinada pelo urologista, com base na avaliação clínica e realização dos devidos exames, a partir dos sintomas apresentados.
 

Com informações da Unimed do Brasil