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Blog da Saúde

Saiba como passar pela menopausa com mais saúde e qualidade de vida

Publicada em 17/11/2017 às 07h00
Saiba como passar pela menopausa com mais saúde e qualidade de vida

Apesar do nome causar desconforto para algumas mulheres, a menopausa é em um processo biológico e natural. Ela acontece quando os ovários deixam de produzir o estrogênio e a progesterona, resultando na suspensão da menstruação.

Antes da chegada da menopausa – no período de transição – algumas mulheres poderão observar alterações no ciclo, como intervalos menores entre eles ou até meses sem menstruação.

O fim do ciclo menstrual se dará por volta dos 50 anos, podendo variar um pouco para menos ou para mais.

SINTOMAS

Os sintomas mais comuns da menopausa são:

• Ondas de calor

• Suor noturno

• Alterações no sono 

• Secura vaginal

• Dor durante a relação sexual

• Diminuição da libido

• Ganho de peso

• Alterações de humor

• Sintomas depressivos

REPOSIÇÃO HORMONAL

Algumas mulheres optam pela terapia de reposição hormonal, que consiste na utilização dos hormônios que não são mais produzidos pelos ovários. Apesar de o tratamento ajudar a reduzir as ondas de calor e aumentar a lubrificação vaginal, o uso dos hormônios aumenta o risco para o câncer de mama, assim como acidente vascular cerebral, trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Por isso, é importante avaliar com o médico os prós e contras e a via de administração do medicamento.

Para aquelas que optam pelo tratamento, a atual recomendação é que a terapia de reposição hormonal não seja feita por mais de cinco anos. Mulheres com antecedente de câncer de mama, doença coronariana, acidente vascular cerebral ou sangramento genital sem causa definida não são recomendadas a fazer o tratamento.

VIVER MELHOR

Mulheres que têm uma alimentação balanceada, praticam atividade física, têm vida social ativa, não fumam e não fazem uso de bebidas alcoólicas em grandes quantidades, tendem a passar por essa fase com mais qualidade de vida. Veja algumas dicas que poderão auxiliar nesse processo:

1. Tente identificar o que ocasiona as ondas de calor

Algumas mulheres percebem que determinados alimentos ou situações, como cafeína, álcool, alimentos picantes e estresse aumentam esses sintomas. Evitá-los pode trazer ganhos para o dia a dia.

2. Alimente-se bem

A alimentação é importante ao longo de toda a vida. Mas na menopausa aumentam as chances de a mulher desenvolver algumas doenças, como a osteoporose, por isso alimentos ricos em cálcio e vitamina D são importantes nesse período. Inclua também, verduras, legumes, frutas e leguminosas.

3. Durma o suficiente

As alterações hormonais da menopausa podem interferir na qualidade do sono, por isso evite alimentos que possam potencializar a insônia como a cafeína e o álcool.

4. Relaxamento

Praticar meditação, massagens relaxantes e outras técnicas de relaxamento ajudam a acalmar o corpo e a mente auxiliando na qualidade de vida.

5. Controle o peso

Coma mais frutas, vegetais e legumes e evite alimentos com gordura saturada e açúcar. O excesso de peso pode prejudicar o coração e facilitar o aparecimento de doenças cardiovasculares.

6. Não fume

O cigarro não só prejudica a mulher na menopausa, aumentando as ondas de calor, como também é responsável por inúmeras doenças como câncer de pulmão e acidente vascular cerebral (AVC).

7. Faça exercícios regularmente

Além de proteger o organismo de doenças, a pratica de atividade física ajuda a manter a mente em equilíbrio, aumenta a autoestima e promove a socialização.

Com informações da Unimed do Brasil

Som alto e prolongado do fone de ouvido podem trazer danos à audição

Publicada em 16/11/2017 às 07h00
Som alto e prolongado do fone de ouvido podem trazer danos à audição

Não é difícil encontrar pessoas usando fones de ouvido nas mais diferentes situações do dia a dia. Seja no lazer, estudo ou trabalho, é bom saber que o uso incorreto deste acessório pode prejudicar a audição.

Esses aparelhos têm a capacidade de transmitir níveis altos de vibrações sonoras, fazendo com que os usuários corram grande risco de exposição a níveis excessivos de decibéis (dB). Por isso, todo cuidado é pouco, alertam os especialistas.

De acordo com a otorrinolaringologista Camilla Cruz, médica cooperada da Unimed João Pessoa, o volume tem de ser menor do que 80 decibéis, caso contrário podem surgir danos irreversíveis.

A otorrinolaringologista explica que quanto maior o tempo de uso do fone de ouvido, maior o risco do usuário ter prejuízos na capacidade de ouvir. O som muito alto também pode causar perda gradativa ou mesmo súbita da audição. Apesar de rara, a perda repentina existe e não deve ser descartada.

SINAIS DE ALERTA

Com o tempo, o uso contínuo dos fones de ouvido com músicas ou podcasts podem prejudicarUns dos sinais de alerta de que algo está prejudicando a saúde do ouvido são zumbidos, dor ou redução na captação do som. Nestes casos, um profissional deve ser logo consultado.

O tempo aceitável para o uso do fones de ouvido varia de pessoa para pessoa. “Se alguém tem predisposição genética, o risco de ter prejuízo na audição é maior”, lembra Camilla e acrescenta que “anualmente a população deve fazer uma visita ao otorrino e realizar o exame de audiometria”.

De acordo com o Ministério da Saúde, não há tratamento medicamentoso nos casos de perda de audição. Em graus graves, a prótese auditiva é o mais recomendado. A partir dos 55 anos de idade, entre 20% e 25% da população brasileira pode apresentar um grau significativo de perda auditiva. Entre 75 e 84 anos, esse número pode aumentar para mais de 40%.

COMPANHIA PARA O DIA

Para a bacharel em direito e atendente digital Érika de Lisieux Alves de Santana, 28 anos, o fone de ouvido já se tornou uma espécie de “companheiro” em várias ocasiões. O acessório é usado no trabalho, durante os estudos e até na hora de se exercitar.

Apesar de evitar usar o volume muito alto, em ambientes com muito ruído, ela confessa que comete alguns deslizes. "Não respeito o alerta do celular com relação ao volume, pois em locais barulhentos o som não é satisfatório”, afirmou.

CUIDADO DIÁRIO

Alternar entre os fones externos e o fone intra-auricular, usado dentro do ouvido, é uma opçãoPara adequar-se ao ambiente em que está, Érika alterna entre os fones externos e o intra-auricular, aqueles pequenos usados dentro do ouvido.

“Uso os grandões em atividades como os estudos e academia. Porém, nem todo lugar é viável esse tipo de fone como, por exemplo, na rua”, disse a atendente.

Érika de Lisieux contou, ainda, que usa o fone de ouvido durante uma média de 5 horas. “Mas já cheguei a usar 8 horas fracionadas por dia, nas videoaulas, para estudar”, confessou. Mas esta prática não é uma rotina na vida da estudante.

Para evitar problemas no futuro, é bom ficar atento ao som muito alto. A dica é usar os fones de ouvido ou outros aparelhos com moderação e com o volume dentro do recomendável.

 

O que fazer para controlar o diabetes? Veja em matéria especial

Publicada em 14/11/2017 às 09h00
O que fazer para controlar o diabetes? Veja em matéria especial

O diabetes não tem cura, mas é possível conviver com a doença sem perder a qualidade de vida ou sofrer com suas complicações. Para tanto, é preciso adotar alguns cuidados para controlar os fatores de risco. Entre eles, estão hipertensão arterial, obesidade, sedentarismo e alimentação desregrada.

“O diabetes é uma doença que oferece ao paciente a oportunidade de ter uma boa qualidade de vida. Isso vai depender da atitude e disciplina de cada um”, afirma a endocrinologista Maria da Luz Gorenstin, que integra o Grupo de Educação em Saúde em Diabetes da Unimed João Pessoa. “Se o paciente faz o controle do diabetes, vai viver bem. Caso contrário, assumirá o risco das complicações”, alerta.

ORIENTAÇÕES

Esta terça-feira (14) é o Dia Mundial do Diabetes. Para orientar a população sobre condutas que ajudam a evitar ou controlar a doença, a equipe de Comunicação da Unimed João Pessoa preparou uma matéria especial para veiculação no site G1 Paraíba.

Além das orientações da endocrinologista Maria da Luz, o texto traz o depoimento da dona de casa Denise Zago de Alencar, 63 anos, que conta o que faz para manter o diabetes sob controle. Uma dica: ela e o marido Enoque Gomes de Alencar, 70 anos, participam do grupo de diabetes da Unimed João Pessoa.

LEIA

Para ler a matéria completa sobre diabetes, basta clicar no link abaixo:

Convivendo bem com o diabetes

 

 

Esclareça dúvidas sobre diabetes em entrevista de rádio nesta terça-feira

Publicada em 14/11/2017 às 07h00
Esclareça dúvidas sobre diabetes em entrevista de rádio nesta terça-feira

Mesmo não tendo cura, o diabetes pode e deve ser controlado. Você sabe como? Para responder a essa e outras questões, a endrnologista Márcia Brandeburski, médica cooperada da Unimed João Pessoa, participará nesta terça-feira (14), Dia Mundial do Diabetes, do Consultório CBN, quadro de saúde da Rádio CBN.

A endocrionlogista falará sobre a importância dos cuidados, prevenção e como contralar o diabetes. Os ouvintes podem encaminhar perguntas para a médica responder ao vivo. O quadro vai ao ar às 9h e tem a parceria da Unimed João Pessoa. Toda a terça-feira, a Cooperativa indica um profissional para falar sobre saúde e qualidade de vida.

As entrevistas do quadro Consultório CBN ficam disponíveis aqui no portal Unimed JP, na seção Podcast Saúde (ouça!).

TRABALHO PERMANENTE

O cuidado da Unimed João Pessoa com clientes, colaboradores e cooperados com diabetes ou pré-diabetes é permanente. O Grupo de Educação em Saúde em Diabetes Mellitus (GES-DM), uma das iniciativas de promoção de saúde da Cooperativa, auxilia essas pessoas a manter a doença sob controle. Clique aqui e saiba mais sobre essa iniciativa.

Ação conscientiza sobre o diabetes durante o Jampa Saúde especial

Publicada em 13/11/2017 às 16h00
Ação conscientiza sobre o diabetes durante o Jampa Saúde especial

Exames de glicemia, aferição da pressão arterial, cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) foram os serviços oferecidos na manhã do último sábado (11) em uma ação de conscientização sobre o diabetes realizada durante o Jampa Saúde especial. A atividade foi feita em alusão ao Dia Mundial do Diabetes, celebrado nesta terça-feira (14). Mais de 90 pessoas foram atendidas no espaço montado na calçadinha da Praia do Cabo Branco - altura da Avenida Beira-Rio, das 6h às 8h.

Endocrinologistas e estudantes de medicina participaram da ação de conscientização. Eles deram uma atenção especial às pessoas que apresentaram alteração no teste de glicemia, exame que identifica o nível de açúcar no sangue. Os clientes da Unimed João Pessoa com elevação nos níveis de glicemia foram encaminhados para participar do Grupo de Educação em Saúde em Diabetes (GES-DM), uma das iniciativas de promoção de saúde da Cooperativa. Quer saber mais sobre o GES-DM? Acesse aqui.

Já quem não era beneficiário da Cooperativa, foi orientado a procurar um especialista para os devidos cuidados. Além disso, os endocrinologistas esclareceram dúvidas sobre a prevenção e o controle do diabetes. A ação foi organizada pela Unimed João Pessoa em parceria com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – seção Paraíba.

A programação incluiu também atividades físicas nas areias da praia do Cabo Branco, como aulão de zumba e circuito de treinamento funcional. Ao final, seguindo a linha de saúde e qualidade de vida, foi servida uma salada de frutas aos participantes.

ACÕES EM NOVEMBRO

Em todo o mês de novembro, a Unimed João Pessoa adere às ações para alertar sobre o diabetes e o câncer de próstata. Além do Jampa Saúde especial, a mobilização feita pela Cooperativa conta com a iluminação dos prédios próprios com a cor azul - que remete as duas campanhas-, a promoção de palestras, a publicação de matérias sobre os temas e a adesão dos colaboradores, que trocaram a farda pela roupa de cor  azul - símbolo da campanha - durante alguns dias da semana.