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Blog da Saúde

Bons hábitos podem reduzir estresse emocional em tempos de pandemia

Publicada em 30/06/2020 às 07h
Bons hábitos podem reduzir estresse emocional em tempos de pandemia

As mudanças na rotina durante a pandemia do novo coronavírus são constantes. Há o afastamento social, novas medidas de higiene, uso de máscaras, além de condutas diferentes no ambiente de trabalho e restrições no acesso à escola. Este novo cenário gera reflexos na saúde mental, como insônia, ansiedade ou depressão.

Porém, há hábitos saudáveis na rotina do dia a dia que podem proporcionar bem-estar e reduzir o impacto psicológico da pandemia nas pessoas, como um sono reparador, exercícios físicos regulares, atividades motivadoras e maior disciplina.

O psiquiatra Rivando Rodrigues, médico cooperado da Unimed João Pessoa, alertou que é importante, por exemplo, não ficar acompanhando as notícias sobre o contágio da covid-19 a todo tempo. “A pessoa pode optar por programas leves, selecionar boas leituras, ouvir músicas, fazer vídeo chamada com a família e amigos, criar brincadeiras e procurar outras atividades de lazer para se distrair, mesmo estando em casa”, orientou. 

Segundo o médico, a qualidade do sono tem relação direta com a saúde mental, por isso, esse ponto merece muita atenção. “Quem está em casa o tempo todo não deve mudar radicalmente a rotina para dormir e trocar o dia pela noite. Neste caso, a pessoa está alterando o ciclo sono-vigília. O mais indicado é tentar manter os mesmos horários adotados antes da pandemia”, destacou Rivando. 

Alimentação para fortalecer a imunidade em tempos de coronavírus

Publicada em 16/06/2020 às 16h
Alimentação para fortalecer a imunidade em tempos de coronavírus

Antes de mais nada, um alerta: não existe alimento, nutriente ou vitamina milagrosos que previnam ou curem a covid-19. Mas é possível (e necessário) fortalecer o sistema imunológico para que o corpo consiga se defender da melhor forma caso seja infectado.

Aí sim, a alimentação se torna uma poderosa aliada. E, para conseguir isso em tempos de tempos de isolamento social, com menos idas a supermercados ou feiras, é preciso planejar. Aqui, você vai ver:

É recomendável manter o consumo de frutas e legumes variados em pelo menos cinco porções por dia. Eles contêm vitaminas e antioxidantes que ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

Vitaminas A e C são as mais lembradas quando se fala em imunidade. A fama é justa, mas elas sozinhas não são capazes de garantir um sistema imunológico forte. 

Vitamina C: a orientação é ingerir diariamente 75 mg, no caso das mulheres, e 90 mg, no caso dos homens. São exemplos de alimentos fonte de vitamina C: laranja, limão, acerola, goiaba, caju, kiwi, morango, melancia, salsinha, pimentão vermelho e batata-doce.

Vitamina A: a recomendação diária dessa vitamina é de 700 microgramas (µg) para mulheres e 900 µg para homens. Suas principais fontes são: bife de fígado, cenoura, batata-doce e frutas de coloração amarelo-alaranjada, como manga, mamão e caqui.

Para que o conjunto de células, tecidos, órgãos e moléculas que formam o sistema imunológico funcione bem, é preciso uma alimentação equilibrada com proteínas, carboidratos, gorduras e sais minerais. 

E água, muita água. A hidratação é fundamental para o funcionamento do corpo, sendo vital para as células do sistema imunológico. Por isso, não espere a sede chegar: mantenha sua garrafinha sempre por perto e beba água várias vezes ao dia. Sua saúde agradece.

Com informações da Unimed do Brasil

Pneumologista dá dicas importante para quem deseja parar de fumar

Publicada em 29/05/2020 às 15h17
Pneumologista dá dicas importante para quem deseja parar de fumar

Lá se foi o tempo em que o cigarro era sinônimo de charme e fazia parte do estilo de muitas estrelas do cinema. Apesar do grande consumo deste produto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que em 2020 haverá 10 milhões de fumantes a menos do que há dois anos. Os números mostram que cada vez mais as pessoas vêm se afastando do cigarro, buscando mais saúde e bem-estar. 

Neste domingo (31), em que se comemora o Dia Mundial Sem Tabaco, o pneumologista Sebastião Costa, médico cooperado da Unimed João Pessoa, convida todos os fumantes a parar esse hábito que pode trazer vários prejuízos à saúde, como o infarto do miocárdio, câncer e enfisema pulmonar. 

“As pessoas que fumam têm toda condição de parar. Se você, que passa mais tempo em casa nessa pandemia e tem esse objetivo, há duas formas de alcançá-lo: de uma maneira brusca, retirando o cigarro de uma vez, ou com a parada gradativa”, frisou.

Quem preferir se afastar do tabagismo aos poucos, Sebastião Costa orienta que uma das táticas é acender o primeiro cigarro do dia cada vez mais tarde, ou seja, se acostumar a fumar a partir das 8h, transfere o horário para as 9h, depois para 10h e, assim, sucessivamente. 

Outra questão importante é evitar o “gatilho” e ter força de vontade para não acender o cigarro como um ritual em determinados momentos do dia, sem ao menos o corpo está sentindo falta da nicotina. “Uma pessoa que fuma 20 cigarros por dia, cerca de cinco deles são utilizados de uma forma inconsciente. O organismo não está exigindo isso dele, mas o indivíduo já incorporou na sua rotina”, comentou.

Quem associa o cigarro ao cafezinho, pode também suspender o consumo desta bebida. Mas se a pessoa tentou de todas as formas deixar este hábito e não consegue sozinho, vale procurar a ajuda de um profissional. 

CONSCIENTIZAÇÃO

O Dia Mundial Sem Tabaco foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O objetivo é alertar e conscientizar a sociedade sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo.

ORIENTAÇÕES

Confira outras dicas para parar de fumar:

-Não deixe a carteira de cigarro à vista. Coloque-a em um local de difícil acesso;
-Defina um dia para parar de fumar e compartilhe essa decisão com a família e os amigos;
-Ao decidir parar de fumar, estabeleça estratégias para alcançar o objetivo;
-Gradativamente, reduza o número de cigarros que fuma ao longo do dia.

Hábitos saudáveis podem reduzir dores de cabeça; confira as dicas

Publicada em 22/05/2020 às 07h
Hábitos saudáveis podem reduzir dores de cabeça; confira as dicas

Atividades físicas, higiene adequada do sono e postura correta no uso de eletrônicos podem ser eficientes no combate à intensidade da cefaleia, termo médico utilizado para diagnosticar a conhecida “dor de cabeça”.  Celebrado no dia 19 de maio, o Dia Nacional de Combate à Cefaleia chama a atenção da sociedade para a importância do tratamento precoce e adequado para reduzir a frequência e intensidade das dores.

Segundo a neurologista Fernanda Reis, médica cooperada da Unimed João Pessoa, a cefaleia é a queixa mais frequente em consultório de neurologia e em pronto atendimentos. “As causas e os tipos são vários, porém, os mais comuns são a cefaleia tensionar, causada pelo estresse prolongado e a contratura muscular, e a enxaqueca, que ainda não tem causa definida”, detalha a médica.  

De acordo com a Sociedade Brasileira de Neurologia (ABN), mais de 90% da população do país já passou por esta experiência. Segundo a neurologista, hábitos saudáveis podem minimizar o impacto ou mesmo evitar algumas dores de cabeça. “Caminhadas, aulas de dança, natação, alongamento e pilates são atividades que não exigem tanto esforço do corpo e podem diminuir consideravelmente os episódios de cefaleia, que podem durar de 4 a 72 horas”, afirma. 

O QUE NÃO PODE

Evitar o consumo excessivo de álcool e cigarro, prezar pela higiene do sono e postura também são fundamentais para melhorar a qualidade de vida. “A má posição do corpo aumenta a tensão em regiões como costas, pescoço e ombros, e pode desencadear crises de enxaqueca. Além disso, observar se as cadeiras e mesas usadas por longos períodos estão adequadas à altura e posições da cabeça e dos braços”, explica a médica, que pontua o sono como fator fundamental. “Evitar dormir pouco ou também demais, é importante, pois repercute negativamente no cérebro. Priorizar o sono e estabelecer uma rotina que o valorize, normalmente com um sono de seis a oito horas por dia, é extremamente necessário”, afirma. 

Saiba tudo sobre o uso de máscaras durante a pandemia do coronavírus

Publicada em 15/04/2020 às 13h
Saiba tudo sobre o uso de máscaras durante a pandemia do coronavírus

Muitas são as recomendações de cuidados para prevenção contra o coronavírus. Higienizar as mãos com água e sabão ou álcool gel, evitar aglomerações, dentre outras. Mas e as máscaras? Quem deve usar e quando usar? Continue a leitura e fique por dentro! Mas, atenção: nesse momento, no entanto, a melhor forma de prevenção é o isolamento e o distanciamento.

Você sabe como o vírus é transmitido?

Para entender melhor sobre o uso correto das máscaras, primeiro é preciso falar de como o vírus é transmitido. E existem duas principais formas: gotículas e contato.

As gotículas são as pequenas gotas de saliva e secreção que são eliminadas todas as vezes que uma pessoa tosse, espirra ou até mesmo fala. Quando se está doente, é possível contaminar as pessoas tossindo, espirrando ou falando próximo a elas.

Essas  gotículas se espalham por cima das mesas, dos teclados de computadores e demais superfícies, contaminando todo o ambiente. E quando alguém, que não está doente, toca em algo que está com essas gotículas e em seguida coloca as mãos nos olhos, nariz ou boca, essa pessoa se contamina também.

Daí a importância de higienizar as mãos com frequência, em especial antes de tocar a boca, nariz e olhos. E também o uso de máscaras por quem está doente.

Quem deve usar máscaras e por quê?

Quem está gripado e está contaminando o ambiente e quem está em contato direto com pessoas infectadas com COVID-19 ou sintomas de infecção respiratória, como os profissionais de saúde.

Para quem está gripado é muito necessário o uso porque, quando tosse, espirra ou fala, as gotículas ficam presas na máscara e assim é possível evitar contaminação do ambiente e de outras pessoas. Ou seja, quando uma pessoa está doente e usa a máscara, todos se beneficiam.

É importante ressaltar que, para o profissional de saúde, a máscara é mais um item de todo um conjunto de equipamentos de proteção individual; óculos, touca e luvas, por exemplo. Assim, ele consegue proteger toda a face e, nesse caso, a máscara é necessária e eficaz.

No entanto, como uma medida de prevenção dada pelo Ministério da Saúde, a população pode produzir as suas próprias máscaras caseiras. Estas podem ser confeccionadas em tecido de algodão, tricoline, TNT, ou outros tecidos, que asseguram uma proteção quando bem desenhadas e higienizadas corretamente. O essencial é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e nariz e que esteja bem ajustada ao rosto.

Importante! Essa medida visa reduzir o uso de máscaras cirúrgicas e N95 ou PFF2 por pessoas que não sejam profissionais da saúde.

Como se dá a eficácia de proteção das máscaras?

A máscara é eficaz para conter as secreções de pessoas doentes e para proteger o profissional de saúde das gotículas no contexto do seu trabalho.

A máscara mais comum é a chamada máscara cirúrgica. E existe outra mais avançada, conhecida como N95 ou PFF2 (foto abaixo), utilizada em ambientes hospitalares durante procedimentos médicos que geram aerossóis. Ambas audam na prevenção quando utilizadas pelas pessoas que realmente devem usar, como as citadas acima.

Mas é importante ressaltar que as máscaras não protegem as pessoas da forma mais importante de contágio, que é o contato (mãos na boca, nariz ou olhos). Por isso, a higienização é tão importante.

Existe um tempo de duração das máscaras?

Uma vez utilizada, as máscaras têm um limite de tempo e é importante evitar que ele seja ultrapassado. Confira as orientações:

Máscaras cirúrgicas: estas têm uma vida útil de algumas horas. Uma vez que a máscara fique úmida e/ou suja, deve ser imediatamente descartada.

Máscaras N95, PFF2 ou equivalentes: estando a máscara íntegra, limpa e seca, pode ser usada pelo mesmo profissional várias vezes por até 15 dias ou tempo definido pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar da organização.

As máscaras podem ser reutilizadas?

A indicação, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é de que uma vez utilizada e retirada a máscara cirúrgica, ela seja descartada.

A máscara N95 ou PFF2 deverá ser utilizada conforme orientação do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar da instituição e não está indicada para uso no ambiente doméstico.

As melhores formas de prevenção

As recomendações de cuidado por parte dos profissionais de saúde são simples, mas muito eficientes:

  • Lavar as mãos com água e sabão com frequência, esfregando entre 15 e 20 segundos;
  • Não tocar boca, nariz e olhos sem ter higienizado as mãos com água e sabão ou álcool gel;
  • Manter o ambiente limpo, sempre higienizado com produtos desinfetantes (álcool 70%, água e sabão ou hipoclorito de sódio);
  • Limpar frequentemente as superfícies ao seu redor, como móveis e, principalmentecelulares.

Com informações da Unimed Fortaleza